
Você sabia que o SINTRAE-MS atende os associados de segunda a sexta, no período vespertino? Tanto presencialmente como virtualmente. Por isso, se você tiver dúvidas no âmbito trabalhista ou até mesmo denúncias sobre irregularidades no ambiente de trabalho, procure o sindicato. O presidente professor Ricardo Fróes e diretor professor Eduardo Botelho estão na sede administrativa para auxiliá-los.
No mês de maio, por exemplo, a diretoria intermediou uma situação com desfecho favorável a trabalhadora de uma escola da capital. A rescisão contratual da profissional foi efetuada fora do prazo mas a escola não cumpriu o pagamento da multa, conforme prevê a legislação. Tão logo a informação chegou, o SINTRAE-MS intermediou, cobrou a escola e rapidamente a trabalhadora recebeu o valor devido.
Associado(a), não fique com dúvidas, você tem um sindicato que o representa.
O SINTRAE-MS está aqui por você. Se ainda não é associado(a), filie-se e fortaleça a categoria.

Profissionais do ensino, essa pesquisa é muito importante para dados oficiais relacionados à saúde mental do trabalhadores no Mato Grosso do Sul. Por isso, O SINTRAE-MS apoia e pede que participem, respondam ao formulário clique no link: https://forms.gle/KPFHDesuB7ZYNfq4A

Os trabalhadores das escolas e universidades particulares de Campo Grande estão em negociação salarial. Neste ano, as negociações acontecem de maneira online, o presidente do SINTRAE-MS (Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Privado do Mato Grosso do Sul), professor Eduardo Botelho apontou as dificuldades enfrentadas pelos professores e administrativos e destacou que o reajuste salarial é primordial à categoria.
“Fizemos uma enquete na qual 85 professores e administrativos de 26 escolas e universidades particulares, de Campo Grande, participaram. Destes, 88,6%, confirmaram que os salários diminuíram no período da pandemia, ao mesmo tempo 77,4% responderam que o trabalho dobrou ou triplicou, sendo que 88,9% dos professores afirmaram que não receberam computadores ou estrutura adequada para preparar suas aulas online. Diante desses dados, é inadmissível aceitar perdas inflacionárias nos salários dos trabalhadores do ensino privado”, explica Eduardo Botelho.
O presidente do Sintrae-MS relatou que os trabalhadores das escolas e universidades têm se empenhado ao extremo. “Trabalham arduamente, se expõe, colocam suas vidas em risco. Agora, que é hora de valorizar estes trabalhadores, mas, nos deparamos com instituições que não querem abrir mão do lucro e propõe vergonhosamente reajuste zero aos salários. Não aceitaremos esse desrespeito com os profissionais”, enfatizou.
A próxima rodada de negociação será nesta quarta-feira, 07 de abril, mas os trabalhadores já negaram a proposta patronal de zero por cento de reajuste apresentada pelos patronais.
Preservar Vidas
Outra constante preocupação do sindicato é quanto à preservação da vida dos trabalhadores, alunos e familiares. O sindicato destaca que desde o início da pandemia recebe denúncias de trabalhadores quanto ao descumprimento do plano de biossegurança. “Somente nesta enquete, foram 17 denuncias referente a 7 instituições. Nestes casos apuramos e entramos em contato com os responsáveis pelas escolas, destacando a importância da execução do plano de biossegurança e alertando que se nada for feito, denunciaremos os nomes das instituições às autoridades sanitárias e até mesmo à mídia se for preciso. Após esse contato continuamos acompanhando, sempre alerta para contatarmos os órgãos sanitários”, explica Eduardo Botelho.
No dia 19 de março, o SINTRAE-MS e SINEPE-MS firmaram Acordo Aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho 2020.


O presidente do Sintrae-MS, professor Eduardo Botelho e diretores Ricardo Fróes, Pedro Domingues e Rita de Cássia Ribeiro representaram os trabalhadores.
Reajuste Salarial
O Termo Aditivo firmado prevê reajuste salarial linear - também dos pisos salariais - no percentual de 100% do índice Nacional dos Preços aos Consumidores(INPC): 3,92%.
O professor Eduardo Botelho, destaca que na mesa de negociação anterior, as entidades patronais pretendiam reajustes abaixo da inflação. "Alegando período de crise financeira, o Sinepe iniciou tentando aplicar reajuste de apenas 2% sobre os salários, o sindicato refutou a possibilidade para evitar perdas. Esgotadas as tentativas de negociação, chegou-se a um acordo de 100% da inflação do período", destaca.
O reajuste entra na próxima folha de pagamento. A data-base da categoria é 1º de março. Confira aqui a nova tabela salarial e o Termo Aditivo assinado.


