Negociações 2021
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- Categoria: Negociações
- Criado em Quinta, 10 Dezembro 2020 18:57
- Última atualização em Terça, 18 Maio 2021 19:22
- Publicado em Quinta, 10 Dezembro 2020 18:57
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Trabalhadores do Ensino privado articulam-se para Convenção Coletiva 2021
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No dia 05 de dezembro, aconteceu a Assembleia Geral Extraordinária, na sede do SINTRAE-MS para deliberações acerca das negociações salariais 2021. Os trabalhadores definiram a Pauta de Reivindicações que será defendida em negociação com os representantes patronais, visando firmar a Convenção Coletiva de Trabalho 2021/2022. A Pauta elaborada em Assembleia, propõe manutenção das cláusulas sociais vigentes retroativas a março de 2020. Em relação às cláusulas econômicas, os trabalhadores reivindicam a reposição da inflação do período - 100% do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) -acrescidos de 0,5% de ganho real, sobre os pisos salariais e salários em geral da categoria. A data-base é 1º de março. Acompanhe as próximas informações pelo site www.sintraems.org.br e redes sociais. |
Negociações 2020
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- Criado em Sexta, 20 Março 2020 18:07
- Última atualização em Terça, 24 Março 2020 14:51
- Publicado em Sexta, 20 Março 2020 18:07
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Negociação Salarial 2020 começou:
1º rodada aconteceu no dia 10 de março
No dia 10 de março, aconteceu a primeira rodada de negociação entre o SINTRAE-MS e SINEPE-MS referente aos reajustes salariais dos trabalhadores do ensino privado, data-base 1º de março.
A comissão negociadora do SINTRAE-MS foi composta pelo presidente professor Eduardo Botelho e diretores: Pedro Domingues, Ricardo Fróes e Teodorico Fernandes.
Uma próxima reunião foi agendada para o dia 19 de março, com objetivo dar continuidade às negociações, tendo em vista que na primeira mesa ocorreu discordância entre os representantes laboral e patronal quanto ao índice para o aumento salarial.
A comissão negociadora dos trabalhadores defendeu a categoria, destacando que diante do atual cenário, a crise econômica bate primeiro na porta dos trabalhadores que sentem os impactos dos aumentos dos produtos e serviços de consumos básicos. Além disso, destacaram que não aceitarão perdas para os trabalhadores do ensino privado.
Firmado índice de reajuste salarial 2020
No dia 19 de março, o SINTRAE-MS e SINEPE-MS firmaram Acordo Aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho 2020.
O presidente do Sintrae-MS, professor Eduardo Botelho e diretores Ricardo Fróes, Pedro Domingues e Rita de Cássia Ribeiro representaram os trabalhadores.
Reajuste Salarial
O Termo Aditivo firmado prevê reajuste salarial linear - também dos pisos salariais - no percentual de 100% do índice Nacional dos Preços aos Consumidores(INPC): 3,92%.
O professor Eduardo Botelho, destaca que na mesa de negociação anterior, as entidades patronais pretendiam reajustes abaixo da inflação. "Alegando período de crise financeira, o Sinepe iniciou tentando aplicar reajuste de apenas 2% sobre os salários, o sindicato refutou a possibilidade para evitar perdas. Esgotadas as tentativas de negociação, chegou-se a um acordo de 100% da inflação do período", destaca.
O reajuste entra na próxima folha de pagamento. A data-base da categoria é 1º de março. Confira aqui a nova tabela salarial e o Termo Aditivo assinado.
Em Assembleia, categoria dá início à Campanha Salarial 2019
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- Criado em Quarta, 19 Dezembro 2018 16:23
- Última atualização em Quarta, 19 Dezembro 2018 16:23
- Publicado em Quarta, 19 Dezembro 2018 16:23
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No dia 08 de dezembro, os trabalhadores da base sindical do Sintrae-MS participaram de Assembleia Geral, na sede administrativa. Após diálogo e análises dos dados inflacionários do país nos últimos meses, foi deliberado e aprovado o índice de reajuste salarial a ser defendido pelo sindicato nas mesas de negociação: Reposição do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) + 3% .
O presidente do Sintrae-MS, professor Eduardo Botelho, destaca que em relação às cláusulas sociais, o sindicato garantiu que até fevereiro de 2021 a categoria esteja resguardada das perdas advindas da Reforma Trabalhista. “Desde 2017, nós asseguramos que os direitos dos professores, auxiliares docentes, auxiliares administrativos e auxiliares de serviços gerais não fossem prejudicados pela Reforma Trabalhista, firmando essas cláusulas pelo período de 4 anos. Essa continuará sendo nosso luta, sempre na defesa da categoria”, destaca.
Negociações 2018
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- Criado em Terça, 20 Março 2018 11:58
- Última atualização em Quinta, 28 Junho 2018 17:51
- Publicado em Terça, 20 Março 2018 11:58
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Negociação Salarial 2018: Sintrae-MS X Sinepe-MS
O reajuste salarial para o ano de 2018 foi definido, até que enfim!
Em audiência realizada no Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região (TRT 24ª), no dia 22 de junho, presidida pelo Desembargador João de Deus Gomes, presidente do Tribunal, com participação do procurador do trabalho Leontino Ferreira de Lima, o Sintrae-MS e Sinepe-MS definiram os índices de reajustes salariais para o ano de 2018, com efeito retroativo ao dia 1º de março, data-base da categoria, que são os seguintes:
Educação básica: 2,50% (dois inteiros, vírgula cinquenta por cento), para os salários normativos (pisos) e os salários acima destes.
Educação superior:
- Salários normativos (pisos): 2,25% (dois inteiros, vírgula vinte e cinco por cento).
- Salários acima dos pisos: 2% (dois inteiros por cento).
Pisos salariais SINTRAE-MS E SINEPE-MS – VÁLIDOS PARA MAR/2018 A FEV/2019
NÍVEIS DE SALÁRIO NORMATIVO - EDUCAÇÃO BÁSICA |
Março/2017 |
Março/2018 |
A- Educação Infantil |
10,72 |
10,98 |
B- Ensino Fundamental I |
10,72 |
10,98 |
C- Ensino Fundamental II |
12,33 |
12,64 |
D- Ensino Médio |
20,26 |
20,77 |
E- Cursos Livres e Idiomas |
20,26 |
20,77 |
F- Auxiliar Administrativo |
1.012,26 |
1.037,57 |
G- Auxiliar Docente |
1.012,26 |
1.037,57 |
H- Auxiliar de Serviços Gerais |
976,34 |
1.000,75 |
NÍVEIS DE SALÁRIO NORMATIVO - EDUCAÇÃO SUPERIOR | Março/2017 | Março/2018 |
I - Professor - Educação superior | 34,64 | 37,19 |
J - Auxiliar Administrativo | 1.012,26 | 1.035,03 |
K - Auxiliar Docente | 1.012,26 | 1.035,03 |
L - Auxiliar de Serviços Gerais | 976,40 | 998,31 |
As diferenças salariais, retroativas a 1º de março, inclusive para os trabalhadores que já se desligaram das instituições de ensino, serão pagas até o quinto dia útil de setembro.
Vale destacar que os índices negociados, ainda que distantes da expectativa do Sintrae-MS e dos (as) trabalhadores (as), não deixam de representar significativa conquista, neste contexto conturbado de desenfreada caça aos direitos trabalhistas, principalmente levando-se em conta que a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), no período de 1º de março de 2017 a 28 de fevereiro de 2018, totalizou 1,81% (um inteiro, vírgula oitenta e um por cento).
Assim, para os (as) professores (as), auxiliares docentes, administrativos (as) e de serviços gerais, que atuam na educação básica, o aumento real, ou seja, o índice acima da inflação, foi de 0,69% (zero, virgula sessenta e nove décimos por cento); para os (as) que atuam no ensino superior: 0,44% (zero, virgula quarenta e quatro por cento) aos (às) que recebem salários normativos (pisos) e 0,19% (zero, virgula dezenove por cento) para os (as) que recebem acima destes.
Kroton x negociações salariais
Ressalta-se, para conhecimento de todos (as) integrantes da categoria, que as negociações coletivas com o Sinepe-MS, a partir da chegada da Kroton Educacional a Campo Grande, ficam mais difíceis ano a ano. Isto, graças à influência que este grupo econômico, que faz da educação mera mercadoria, exerce sobre o ensino superior, no Estado, inclusive, especialmente à mesa de negociação e nas assembleias das escolas.
O representante da Kroton, em todas as reuniões de negociação, das quais participou, tratou com total desprezo e, não raras vezes, com desdém, as condições de trabalho e as reivindicações dos (as) trabalhadores (as). Para ele, negociação coletiva com os representantes dos (as) trabalhadores (as) só faz sentido se tiverem como objetivo a redução de direitos; ampliá-los, jamais.
Que a Kroton adote esta conduta, à mesa de negociação, não causa surpresa ao Sintrae-MS, pois que ela é repetida no cotidiano das relações com os (as) trabalhadores(as). O que surpreende é a tácita concordância dos demais representantes de escolas, com ela, que, a rigor, nada - ou pouco - fazem para que as negociações tenham bom curso e bom êxito. A concordância com o ajuizamento do Dissídio Coletivo é prova cabal deste apoio tácito - se é que assim pode ser chamado -; concordaram com o dissídio com a expectativa de que o TRT, no máximo, concederia a reposição da inflação, caso o julgasse.
Para que as dificuldades enfrentadas nas negociações deste ano, não se repitam nos anos seguintes, faz-se absolutamente necessária a mais ampla participação de todos (os) integrantes da categoria, inclusive com denúncias públicas do descompromisso da Kroton – mantenedora da Uniderp - e de outras instituições de ensino que agem como ela, com a valorização dos (as) trabalhadores (as) e com o padrão de qualidade social da educação.
Cordialmente,
Professor Eduardo Botelho – presidente do Sintrae-MS
Campanha Salarial 2018: 4ª Rodada de negociação é marcada por impasse
A 4ª rodada de negociação salarial entre o SINTRAE-MS e SINEPE-MS aconteceu nesta tarde (25/04) e foi marcada por impasse. Sem avanços nas propostas de reajuste salarial para o ano de 2018, o sindicato dos trabalhadores não fechou acordo.
O presidente do SINTRAE-MS, professor Eduardo Botelho, explica que aconteceram tentativas de negociação, mas que foram frustradas pela inflexibilidade do sindicato patronal. “Fizemos diversas propostas, embasadas na economia e com objetivo de valorização profissional, no entanto, os representantes patronais foram intransigentes e apresentaram contraproposta de apenas 1,81% na proposta de aumento de salário em geral. Os trabalhadores não aceitam este índice. Os patrões insistem em oferecer apenas a inflação maquiada pelo governo, nada mais que isso”, explica.
3ª Rodada de Negociação Salarial: Houve proposta, mas sem valorização

No dia 12 de abril, aconteceu a 3ª rodada da negociação salarial dos trabalhadores do ensino privado do Mato Grosso do Sul. O SINTRAE-MS informa que a proposta apresentada pelas entidades patronais desvaloriza aqueles que colaboram para o desenvolvimento das instituições: professores, auxiliares administrativos e auxiliares de serviços gerais.
O Sinepe (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino de Mato Grosso do Sul) apresentou um reajuste de 1,81% linear e 2% para os Pisos Salarias.
O Sintrae-MS critica duramente a proposta. "Temos acesso a pesquisas com os índices cobrados pelas mensalidades em 2018, o aumento foi em média de 7,58%. Agora, na hora de negociar os salários, os representantes dos estabelecimentos minimizam o reajuste dos trabalhadores", ressalta o presidente, professor Eduardo Botelho.
Como não houve acordo na última mesa, os sindicatos agendaram reunião para a próxima negociação no dia 25 de abril.
A database (período no qual começa a vigorar o valor do reajuste acordado entre os sindicatos) é 1º de março e foi assegurada pelo Sintrae-MS, por isso haverá retroatividade dos valores negociados. A inflação do período é de 1,81% pelo INPC (índice Nacional de Preços ao Consumidor).
Educadores das escolas particulares criticam proposta patronal para reajuste salarial
Desde fevereiro, professores e funcionários das escolas e universidades particulares de Mato Grosso do Sul se articulam para negociação coletiva de trabalho e demonstram indignação com a proposta patronal apresentada para o ano letivo de 2018. De acordo com o Sintrae-MS (Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino do Estado do MS) o reajuste salarial sugerido pelas instituições é muito abaixo da expectativa da categoria, aquém das necessidades básicas para a valorização e dignificação dos profissionais da educação.
Já ocorreram três reuniões de negociação entre o Sintrae-MS e Sinepe (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do MS). Na primeira, foi assegurada a database que é 1º de março, isto é, o reajuste salarial - após firmado o acordo - deverá retroagir aos salários vigentes a partir de fevereiro; na segunda, os representantes das instituições privadas ofereceram apenas 1% de reajuste; e na terceira, que aconteceu no dia 28 de março, as instituições de ensino acrescentaram 0,25%, totalizando 1,25% de proposta.
O presidente do sindicato dos trabalhadores, professor Eduardo Botelho, questiona o índice inflacionário do período (1,81% conforme o INPC- Índice Nacional de Preços ao Consumidor), o qual considera “maquiado” porque está fora da realidade do setor educacional privado.
Pesquisas do IBGE revelam reajustes consideráveis nas matrículas em Campo Grande no ano de 2018, os dados foram divulgados em fevereiro: As mensalidades do ensino fundamental aumentaram em média 10,15%, a educação infantil subiu 9,88%, ensino médio 6,65% e o ensino superior, 3,66%.
Eduardo ressalta que além de absurdo, o índice apresentado pelas entidades patronais é ainda inferior ao INPC. “Estamos dispostos a negociar, mas queremos resultados justos. No cotidiano sentimos no bolso o aumento considerável no preço dos produtos da alimentação, gasolina, saúde e na própria educação”, enfatiza.
“Como já constatado, reajustes das mensalidades em Mato Grosso do Sul subiram. Para justificar este aumento, na planilha das escolas e universidades deve estar previsto o salário dos trabalhadores. No entanto, na mesa de negociação nos deparamos com a depreciação do reajuste salarial. A categoria da educação deve ser valorizada, os profissionais da área merecem ser tratados com respeito, ainda mais diante deste cenário que vivenciamos no país, no qual é evidente que somente com a Educação podemos mudar o Brasil”, destaca o presidente do Sintrae-MS.
Próxima rodada de negociação
A próxima reunião está agendada para o dia 12 de abril. “Nossa expectativa é de que as negociações prossigam com a proposta de índice coerente. Estamos abertos ao diálogo, mas destacamos que não aceitaremos perdas aos trabalhadores”, ressalta o professor Eduardo Botelho.
Campanha Salarial 2018: 1ª mesa de negociação

Negociações 2017
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- Categoria: Negociações
- Criado em Sexta, 23 Dezembro 2016 13:28
- Última atualização em Terça, 09 Maio 2017 14:03
- Publicado em Sexta, 23 Dezembro 2016 13:28
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ATÉ QUE ENFIM, FOI CELEBRADA A CONVENÇÃO COLETIVA COM O SINEPE-MS
O Sintrae-MS e o Sinepe-MS, em reunião de negociação realizada ao dia 8 de maio de 2017, acordaram a celebração da Convenção Coletiva de Trabalho e de reajustamento salarial, com vigência até 28 de fevereiro de 2018, para as chamadas cláusulas econômicas (reajuste e piso salariais), e até 28 de fevereiro de 2021, para as cláusulas sociais, que, assim, ficam garantidas por quatro anos.
(Fotos Abaixo: Mesas de negociação entre Sintrae-MS e Sinepe-MS.)
A referida Convenção assegura reajuste salarial de 5,25% (cinco inteiros vírgula vinte e cinco por cento), para os salários e os pisos normativos dos professores de educação infantil e ensino fundamental dos anos iniciais e finais (1º ao 9º ano) - o que representa a reposição da inflação, de 4,69%, mais 0,56% de aumento -; 5%, para os salários e pisos normativos de professores do ensino médio, ensino superior, cursos livres e idiomas, auxiliares administrativos e de serviços gerais - o que representa a reposição da inflação de março de 2016 a fevereiro de 2017 (4,69%), mais 0,31%, de aumento.
Os reajustes e vigência das cláusulas sociais são retroativos a 1º de março de 2017.
Por força da nova Convenção, os pisos salariais são os seguintes, a partir de 1º de março de 2017:
I Educação infantil e Ensino fundamental dos anos iniciais:
R$ 10,72 - correção de 5,25%.
II Ensino fundamental dos anos finais:
R$ 12,33 - correção de 5,25%.
III Ensino médio e cursos livres e idiomas:
R$ 20,26 - correção de 5%.
IV Ensino superior:
R$ 36,37 - correção de 5%.
V Auxiliar administrativo e auxiliar docente:
R$ 1.012,26 - correção de 5%;
VI Auxiliar de serviços gerais:
R$ 976,34 - correção de 5%.
As diferenças salariais, referentes aos meses de março e abril, serão pagas até o dia 10 de agosto.
Para o Presidente do Sintrae-MS, professor Eduardo Botelho, o acordo firmado com o Sinepe-MS pode e deve ser considerado como importante conquista da categoria, neste sombrio contexto brasileiro, em que a maior parte das negociações coletivas chega ao máximo à reposição da inflação.
Foto: Presidente do Sintrae-MS: Professor Eduardo Botelho
"A garantia da reposição da inflação e mais o anunciado percentual de aumento, ainda que numericamente pequeno, representa, sim, conquista da categoria, que tem preservado o poder de compra dos seus salários.
Além do que, a renovação das cláusulas sociais, por quatro anos, representa um freio à sanha do governo e do Congresso Nacional, de autorizar a supressão e/ou a drástica redução de todos os direitos fundamentais sociais. Os que estão na convenção coletiva, durante os próximos quatro anos, em nenhuma hipótese, poderão ser reduzidos e/ou suprimidos", enfatiza o presidente.
Campanha Salarial: 3ª Rodada de negociação sem avanços
No dia 12 de abril, aconteceu a 3ª rodada de negociação para a Convenção Coletiva de Trabalho 2017 entre o Sintrae-MS(Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino no Mato Grosso do Sul – Setor Privado) e o Sinepe-MS (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino de Mato Grosso do Sul). Não houve avanços, o máximo que as entidades patronais ofereceram para o reajuste salarial foi a reposição da inflação salarial de 4,69%, com o que o Sintrae-MS não concordou.
Mediante o impasse, ficou designada nova reunião para o dia 08 de maio, às 9horas, na sede do Sinepe-MS.
SINTRAE-MS defende reajuste salarial de 6,69% e Pisos de 7,69%
Terceira rodada de negociação está marcada para o dia 12 de abril. Database 1º de março está assegurada
Nos últimos meses de 2016 os trabalhadores se surpreenderam com altos índices inflacionários, sentidos no bolso com gastos básicos como alimentação, saúde e educação. No entanto, em fevereiro de 2017 houve redução e o índice inflacionário do INPC (Índice Nacional de Preços aos Consumidores), acumulado nos últimos 12 meses, caiu para 4,69%.

Fotos: Mesas de Negociação entre Sintrae-MS e Sinepe.
Diante deste cenário, o SINTRAE-MS defende, em negociação salarial com o Sinepe (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do MS) o reajuste linear de 100% do índice inflacionário mais ganho real a ser incorporado no salário dos trabalhadores do ensino privado de Mato Grosso do Sul.
Já ocorreram duas rodadas de negociação, nos dias 14 e 17 de março. O presidente do sindicato, professor Eduardo Botelho, destaca que além do índice ser abaixo do esperado, provoca grandes perdas aos trabalhadores. “As negociações continuam, já agendamos a terceira rodada, diante do índice tão baixo de 4,69% deixamos claro que não aceitaremos tamanha perda, ou seja, valor inferior ou igual à reposição da inflação, o sindicato está empenhado em garantir aumento acima do índice”, ressalta Eduardo.
Fotos acima: Representantes do Sintrae-MS e da Fitrae MTMS.
O presidente da Fitrae MTMS (Federação Interestadual dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul), professor Ricardo Froes, apoia a categoria e participa diretamente das mesas junto aos representantes sindicais.
“O país vivencia momento de crise política e financeira, na qual o trabalhador a todo o momento se depara com riscos aos seus direitos por meio de Projetos de Lei e Programas de Emendas Constitucionais. Em meio a este período difícil, a federação atua junto aos sindicatos para fortalecer as negociações a favor da categoria, o trabalhador da educação privada merece a valorização e isso quer dizer salário com reajuste digno”, destaca Froes.
Campanha Salarial 2017: Participe!
O Sintrae-MS iniciou a mobilização para a Campanha Salarial 2017. Por isso, convoca todos os trabalhadores para a Assembleia Geral Extraordinária que acontecerá no dia 20 de dezembro, a partir das 17h.
Reajuste Salarial
Este, é o momento de elaboração da Pauta de Reivindicações – inclusive com o valor solicitado para o reajuste salarial. Por isso, a participação de cada trabalhador e trabalhadora é fundamental! As deliberações solicitadas em Assembleia serão defendidas pelo SINTRAE-MS na mesa de negociação entre os sindicatos laboral e patronal.
A Campanha Salarial é uma luta coletiva, propicia o diálogo direto entre o sindicato, professores e auxiliares para a definição das prioridades e estratégias durante as negociações. O educador consciente deve estar presente, afinal o sindicato é representativo e não mede esforços para assegurar os direitos, mas, é evidente que quanto maior a mobilização, maiores serão as chances de conquistas.
Participe. Juntos, somos fortes!
Eduardo Assis Fonseca Botelho
Presidente do Sintrae-MS